O sol matinal agucou o nosso dolce far niente. Acordámos em Hvar. A ilha trazia-nos o cheiro a lavanda. Com toda a serenidade ja incutida, tomamos o nosso 5 pequeno-almočo nos 5 metros quadrados que a popa do barco nos dispoe. Estamos felizes!
Chegava a hora de satisfazer a Magda. Já em terra, seguimos para o Castelo e subimos, subiMOS,SUBIMOS. Fomos recebidas ao som de notas de viola ainda inexperientes. O tempo aqui pára. Um prototipo de Jim Morrison esgadelhado cumpria o turno e pedia-nos 20Kunas que nos dava entrada ao castelo. Baixámos as calcas e entrámos. Ahhh, esta vida de turista!!!!!A falta de electricidade nao nos deixou ver metade das salas demasiado interessantes para a nossa existencia.
o cheiro a lavanda.
Invadimos as lojas da pequena ilha. Deixamos o consumo, consumir-nos. Almocamos e regressamos ao barco. O cheiro a lavanda ficou para tras. Estava na hora de colocar a nossa perna de pau, a pala, a papagaia, dar um golo no rum e arruinar a proxima ilha. Destino: Vis.
Ilha tenebrosa, assustadora. Aqui permanecemos as 5 de mao dada, lado a lado com medo que alguma de nos fosse a primeira a desaparecer. Nao havia nada. Perdemos tempo, pensamos nos. Final de tarde. Chovia. A aventura ficou para tras. ERRADO!21h00. A chuva continuava e a nossa esperanca de acabar o nosso dia da melhor forma tambem. Estavamos a espera que nao sei quem de nao sei onde viesse de algum lado para nos apanhar e ir jantar. Aconteceu. Uma Combi com tres sorrisos la dentro abria-nos a porta da carrinha para entrar. Deixa-mo-nos ir. 15 minutos depois estamos numa especie de taberna restaurante no meio da montanha. A boa energia estava presente em todos os materiais. A nossa espera estava um polvo fresquinho cozido numa peka (forno tradicional). O bicho sorria para nos , brevemente nos iria acariciar o estomago. Foi o que aconteceu juntamente com um vinho caseiro de 15%. Barriga cheia, boa disposičao e vontade de voltar. Regressamos ao barco com uma alma enorme.
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