terça-feira, 11 de maio de 2010

Dia 1 - Zarpar!

Tenho 20 kunas (sim, kunas) e pressao em ferias para alimentar um bicho em forma de blog. Primeiro dia. 7h30. Registo o mau humor habitual quando me apresso sem comer. Aeroporto de Lisboa. Arrelia-me (gosto desta palavra) pagar o pequeno-almočo aqui, já sou considerada turista no meu país. A alegria desta gente é contagiante. Chegamos todas sem atraso. Agora sim, sinto-me estupidamente feliz. O nosso excitamento nao deixou margem para deixar passar nada nem ninguem impune. Tudo era motivo de piada e ainda só era 8h30. Enquanto aguardavamos que uma mulher-seguranča, duvidosa das suas orientačoes, nos revistasse/apalpasse a saida do detector de metais, assistimos ao filme de animačao explicativo de seguranča do nosso Aeroporto. Hilariante!Divinal! O inicio de uma longa viagem. A porta de embarque ficava a 25 minutos de onde estavamos. Torcemos o nariz. Chegamos. Fomos enganadas. Afinal o voo nao é directo. Bolonha era o nosso primeiro distino. Temos tempo. Afinal a paciencia é mais que muita.

Zagreb, destino onde as letras
estao mascaradas. Existem novos caracteres, mas isso nao nos deixa desarmadas ou nao fosse um casal portugues dar-nos dicas da cidade e do meio de la chegarmos.
Cidade com velhos as janelas e travecas mal vestidas. O nosso objectivo para este dia era andar, andar, andar, andar, andar. Objectivo cumprido. Estacionamos em frente ao teatro da cidade, um monumento magistral onde em 1h iria comečar uma opera daquelas queques onde para entrar é necessario um dress code. Fuck them! Acampamos nas escadas e voltamos a ter 10 anos. A mímica de filmes foi a nossa selecčao. Anoite
ceu. De barriga cheia de gargalhadas fomos beber vinho. VINHOOOOOOOO!!!e do bom! Somos um pé rapado, mas fino. Era 01h00. Ainda nao era tempo de nos aconchegarmos nas cadeiras confortaveis do aeroporto. Vamos beber mais um copo! Bacus. Nome simpatico. Apelativo. Tinha Gente incapaz de sorrir. Empregadas de Mesa que nos chamavam nomes, entre dentes, em croata, essa língua arranhada. Razao nenhuma aparente nao fosse a nossa beleza ser alvo de inveja para as nativas deste país. Fomos embora orgulhosas e nacionalistas.





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